LIVRETO CELEBRATIVO
 SANTA MISSA COM RITO DE PROFISSÃO PERPÉTUA DO FRATER JOSÉ LUCAS MARINHO


28.10.2023

CANTO DE ENTRADA
(Marcha Redentorista)

1. Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.

IRMÃOS SERVOS DE DEUS, POVO SANTO, COM O SANTÍSSIMO REDENTOR CAMINHAMOS, E NOSSO PAI, SANTO AFONSO, EM MISSÃO MARCHAMOS PARA DEUS. (bis)

COM NOSSO PAI FUNDADOR, CAMINHAMOS COM TEU POVO. COM SÃO CLEMENTE MARIA, CAMINHAMOS COM TEU POVO. COM SÃO GERALDO MAJELA, CAMINHAMOS COM TEU POVO. COM SÃO JOÃO NEUMANN (NÓIMAN), CAMINHAMOS COM TEU POVO, Ó SENHOR! 

IRMÃOS SERVOS DE DEUS, POVO SANTO, COM O SANTÍSSIMO REDENTOR CAMINHAMOS, E NOSSO PAI, SANTO AFONSO, EM MISSÃO MARCHAMOS PARA DEUS.

COM A BEATA CROSTARROSA, CAMINHAMOS COM TEU POVO. COM OS BEATOS REDENTORISTAS, CAMINHAMOS COM TEU POVO. COM SERVOS DE DEUS REDENTORISTAS, CAMINHAMOS COM TEU POVO. COM NOSSOS PADRES E IRMÃOS, CAMINHAMOS COM TEU POVO, Ó SENHOR!

IRMÃOS SERVOS DE DEUS, POVO SANTO, COM O SANTÍSSIMO REDENTOR CAMINHAMOS, E NOSSO PAI, SANTO AFONSO, EM MISSÃO MARCHAMOS PARA DEUS.

FORTES NA FÉ E NA ESPERANÇA. CAMINHAMOS COM TEU POVO. COM JESUS CRISTO À NOSSA FRENTE, CAMINHAMOS COM TEU POVO. FERVOROSOS NA CARIDADE, CAMINHAMOS COM TEU POVO. SEMPRE DADOS À ORAÇÃO. CAMINHAMOS COM TEU POVO, Ó SENHOR!

IRMÃOS SERVOS DE DEUS, POVO SANTO, COM O SANTÍSSIMO REDENTOR CAMINHAMOS, E NOSSO PAI, SANTO AFONSO, EM MISSÃO MARCHAMOS PARA DEUS.


SAUDAÇÃO
 
2. Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.

Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Ass: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:
Pres: A graça e a paz de Deus, nosso Pai e de Jesus Cristo, nosso Senhor, estejam convosco.
Ass: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo!

3. O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.

ATO PENITENCIAL

Segue-se o Ato Penitencial. O sacerdote convida os fiéis à penitência.
Pres: Em Jesus Cristo, o Justo, que intercede por nós e nos reconcilia com o Pai, abramos o nosso espírito ao arrependimento para sermos menos indignos de aproximar-nos da mesa do Senhor.

4. Após um momento de silêncio, o sacerdote propõe as seguintes invocações:
Pres: Senhor, servo de Deus, que libertastes a nossa vida, tende piedade de nós!
Ass: Senhor, tende piedade de nós!

Pres: Cristo, nosso irmão, que conheceis nossa fraqueza, tende piedade de nós!
Ass: Cristo, tende piedade de nós!

Pres: Senhor, Filho de Deus, que vos tornastes obediente, tende piedade de nós!
Ass: Senhor, tende piedade de nós!

Segue-se a absolvição:
Pres: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Ass: Amém.

ORAÇÃO DO DIA

6. Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres: 
Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo.
Então o sacerdote abrindo os braços reza a oração;
Ó Deus, quisestes que nestes vosso servo Pe. José Lucas a graça do batismo desabrochasse com tal força, que desejasse seguir mais de perto os passos do vosso Filho; concedei-lhee que, vivendo a perfeição evangélica, façam crescer a santidade da Igreja e renove seu vigor apostólico. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Ao terminar, o povo aclama:
Ass: Amém.

PRIMEIRA LEITURA
(Gn 12, 1-4a)

7. O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

Leitor: Leitura do Livro dos Gênesis 

Naqueles dias, o Senhor disse a Abrão: “Deixa a tua terra, a tua família e a casa de teu pai e vai para a terra que Eu te indicar. Farei de ti uma grande nação e te abençoarei; engrandecerei o teu nome e serás uma bênção. Abençoarei a quem te abençoar, Abrão partiu, como o Senhor lhe tinha ordenado. amaldiçoarei a quem te amaldiçoar; por ti serão abençoadas todas as nações da terra”.

Ao final acrescenta:
Leitor: Palavra do Senhor.
Todos aclamam:
Ass: Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL
[Sl 32(33)]

8. O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.

℟. Feliz o povo que o Senhor escolheu por sua herança.

— Dai graças ao Senhor ao som da harpa, na lira de dez cordas celebrai-o! Cantai para o Senhor um canto novo, com arte sustentai a louvação! ℟.

— Pois reta é a palavra do Senhor, e tudo o que ele faz merece fé. Deus ama o direito e a justiça, transborda em toda a terra a sua graça. ℟.

— Mas os designios do Senhor são para sempre, e os pensamentos que ele traz no coração, de geração em geração, vão perdurar. Feliz o povo cujo Deus é o Senhor, e a nação que escolheu por sua herança! ℟.

— No Senhor nós esperamos confiantes, porque ele é nosso auxílio e proteção! Por isso o nosso coração se alegra nele, seu santo nome é nossa única esperança. ℟.

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO


10. Segue-se a Aclamação..

SALVE, Ó CRISTO,
IMAGEM DO PAI,
A PLENA VERDADE NOS COMUNICAI!

SALVE, Ó CRISTO,
IMAGEM DO PAI,
A PLENA VERDADE NOS COMUNICAI!

11. Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác: Dá-me a tua bênção.

O sacerdote diz em voz baixa:
Pres: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono responde:
Diác: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio;
Pres: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.

EVANGELHO
(Mc 10,17-27)

12. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác ou Sac: 
O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.

O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác ou Sac: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Marcos.
Ass: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Diác ou Pres: Naquele tempo, quando Jesus saiu a caminhar, veio alguém correndo, ajoelhou-se diante dele, e perguntou: “Bom Mestre, que devo fazer para ganhar a vida eterna?” Jesus disse: “Por que me chamas de bom? Só Deus é bom, e mais ninguém. Tu conheces os mandamentos: não matarás; não cometerás adultério; não roubarás; não levantarás falso testemunho; não prejudicarás ninguém; honra teu pai e tua mãe!” Ele respondeu: “Mestre, tudo isso tenho observado desde a minha juventude”. Jesus olhou para ele com amor, e disse: “Só uma coisa te falta: vai, vende tudo o que tens e dá aos pobres, e terás um tesouro no céu. Depois vem e segue-me!” Mas quando ele ouviu isso, ficou abatido e foi embora cheio de tristeza, porque era muito rico. Jesus então olhou ao redor e disse aos discípulos: “Como é difícil para os ricos entrar no Reino de Deus!” Os discípulos se admiravam com estas palavras, mas ele disse de novo: “Meus filhos, como é difícil entrar no Reino de Deus! É mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha do que um rico entrar no Reino de Deus!” Eles ficaram muito espantados ao ouvirem isso, e perguntavam uns aos outros: “Então, quem pode ser salvo?” Jesus olhou para eles e disse: “Para os homens isso é impossível, mas não para Deus. Para Deus tudo é possível”.

13. Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác ou Sac: Palavra da Salvação.
O povo aclama:
Ass: Glória a vós, Senhor.

O sacerdote beija o livro, rezando em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

  RITO DA PROFISSÃO PERPÉTUA 

CHAMADA
 
53. Proclamado o Evangelho, o celebrante e o povo sentam-se. Os professantes ficam de pé. Então, se parecer bem ou as circunstâncias o pedirem, o diacono ou o mestre chama pelos seus nomes cada um dos professantes.

Formador ou Celebrante: Queira aproximar-se aquele que fara os votos perpétuos na Congregação do Santíssimo Redentor!

Frater José Lucas Marinho
R/. Presente! 

54. Seguidamente, o celebrante interroga os professantes, com estas palavras ou outras semelhantes:

Pres: Meu estimads confrade, que pede ao Senhor e à Igreja?

Os professantes respondem todos ao mesmo tempo, com estas palavras ou outras semelhantes:

Professando: Que eu possa perseverar até a morte no serviço do Senhor, na família redentorista.
O celebrante e todos os membros da família religiosa respondem
Ass: Graças a Deus! 
ou de outra forma adequada.

55. Se parecer melhor, omite-se a chamada e o interrogatório, e faz-se a postulação, por exemplo, deste modo: um dos professantes, de pé, em nome de todos, voltado para o celebrante [ou para o superior], diz estas palavras ou outras semelhantes:

Professando: Pe. Carlos Leandro Barbizan, nosso Superior-Geral, pela bondade divina, eu, Frater José Lucas Marinho, experimentei na Congregação Redentorista a vida consagrada a Deus pelos votos sagrados. Agora peço permissão para fazer a profissão perpétua na família redentorista para o louvor de Deus e o serviço da Igreja. 
O celebrante e todos os membros da família religiosa respondem:
Ass: Graças a Deus!

HOMILIA

56. Então, os professantes sentam-se também, e faz-se a homilia, na qual, a partir das leituras biblicas, se explicarão a graça e a finalidade da profissão religiosa, quer para a santificação dos eleitos. quer para o bem da Igreja e de toda a familia humana.

PROPÓSITO DOS ELEITOS 

57. Terminada a homilia, os professantes levantam-se. O celebrante pergunta-lhes se estão dispostos a consagrar-se a Deus e a seguir a perfeição da caridade, de acordo com a Regra ou Constituições da familia religiosa. As perguntas aqui propostas podem ser substituidas por outras, ou em parte omitidas, tendo em conta a natureza e o espírito de cada familia religiosa.

Pres: Meu irmão, pelo batismo você morreu para o pecado e foi consagrado ao Senhor; quer, agora, pela profissão perpétua, ser consagrado mais intimamente a Deus? 
Professandos: Quero. 

Pres: Quer, com a graça de Deus, abraçar para sempre a castidade perfeita, a obediência e a pobreza que o Cristo e sua Mãe escolheram para você? 
Professandos: Quero. 

Pres: Quer seguir com fidelidade o Evangelho e observar as Constituições e Estatutos da família redentorista, procurando com perseverança a perfeição do amor a Deus e ao próximo? 
Professandos: Quero. 

Pres: Quer, com o auxílio do Espírito Santo, dedicar toda a sua vida ao serviço do povo de Deus? 
Professandos: Quero, com a graça de Deus.

59. Terminadas as interrogações, o celebrante confirma a deci- são dos professantes com estas palavras ou outras semelhantes:
Pres: Deus lhe inspirou este bom propósito. Que Ele lhe dê a graça de realiza-lo na esperança da vinda do Senhor. 
Ass: Amém

LADAINHA 

60. Em seguida, todos se levantam. O celebrante, de pé, e de mãos juntas, voltado para o povo, diz.

Pres: Meus irmãos. Oremos para que o Pai todo-poderoso derrame suas bênçãos sobre este seu filho. Ele o chamou para seguir a Cristo mais de perto. Que em sua bondade o confirme no santo propósito.
61. O diacono diz:
Diácono: Ajoelhemo-nos.

O celebrante ajoelha diante da sede, os professantes, segundo o costume do lugar ou da familia religiosa, ou se prostram ou se põem de joelhos, todos os demais se ajoelham.

Durante o tempo pascal e nos domingos, o diácono não diz Ajoelhemos. Os professantes prostram-se, mas todos os demais ficam de pé.

62. Então, os cantores entoam as ladainhas do rito da profissão religiosa, e todos respondem. Nestas ladainhas, podem omitir-se uma ou outra das súplicas marcadas com a mesma letra. Também se podem inserir, no lugar próprio, invocações de Santos especialmente venerados pela familia religiosa ou pelo povo, ou ainda acrescentar outras súplicas.

Cantores: Senhor, tende piedade de nós.
Senhor, tende piedade de nós.
Cristo, tende piedade de nós.
Cristo, tende piedade de nós.
Senhor, tende piedade de nós. 
Senhor, tende piedade de nós. 

Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós.
São Miguel, rogai por nós. 
Santos Anjos de Deus, rogai por nós. 
São João Batista, rogai por nós.
São José, rogai por nós. 
São Pedro e São Paulo, rogai por nós. 
São João, rogai por nós. 
Santa Maria Madalena, rogai por nós. 
Santo Estêvão e São Lourenço, rogai por nós. 
Santa Inês, rogai por nós. 
São Basílio, rogai por nós. 
Santo Agostinho, rogai por nós. 
Santo Afonso Maria, rogai por nós. 
São João Neumann, rogai por nós. 
São Bento, rogai por nós. 
São Bernardo, rogai por nós. 
São Francisco e São Domingos, rogai por nós. 
Santo Inácio de Loiola, rogai por nós. 
São Clemente Maria, rogai por nós. 
São Vicente de Paulo, rogai por nós. 
São João Bosco, rogai por nós. 
São Geraldo Majela, rogai por nós. 
Santa Catarina de Sena, rogai por nós. 
Santa Teresa de Ávila, rogai por nós.

Beatos José Xavier e Companheiros, rogai por nós. 
Beato Domingos Metódio, rogai por nós. 
Beatos Nicolau e Companheiros, rogai por nós. 
Beato Januário Maria, rogai por nós. 
Beato Francisco Xavier, rogai por nós. 
Beato Pedro Donders, rogai por nós. 
Beato Gaspar Stanggassinger, rogai por nós. 
Todos os santos e santas de Deus, rogai por nós.

Sede-nos propício, ouvi-nos, Senhor. 
Para que nos livreis de todo mal, ouvi-nos, Senhor. 
Para que nos livreis de todo pecado, ouvi-nos, Senhor. 
Para que nos livreis da morte eterna, ouvi-nos, Senhor. 
Pela vossa encarnação, ouvi-nos, Senhor. 
Pela vossa morte e ressurreição, ouvi-nos, Senhor. 
Pela efusão do Espírito Santo, ouvi-nos, Senhor. 
Apesar de nossos pecados, ouvi-nos, Senhor.

Para que vos digneis enriquecer a vida da Igreja pela oblação e o apostolado de vossos filhos, ouvi-nos, Senhor.

Para que vos digneis fazer que a vida e a ação dos religiosos concorram para o progresso da família humana, ouvi-nos, Senhor. 

Para que vos digneis conservar e aumentar a caridade de Cristo e o espírito dos fundadores em todas as famílias religiosas, ouvi-nos, Senhor. 

Para que vos digneis abençoar os pais que vos ofereceram seus filhos, ouvi-nos, Senhor.

Para que vos digneis fazer este vosso filho cada vez mais conforme ao Cristo, ouvi-nos, Senhor.

Para que vos digneis abençoar, santificar e consagrar este vosso filho, nosso irmão, ouvi-nos, Senhor.

Jesus, Filho do Deus vivo, ouvi-nos, Senhor. 
Cristo, ouvi-nos. 
Cristo, ouvi-nos. 
Cristo, atendei-nos. 
Cristo, atendei-nos. 

Pres: Atendei, ó Deus, as preces de vosso povo e preparai pela vossa graça o coração de vosso filho que vos sera consagrado. Que o Espírito Santo o purifique e acenda nele vosso amor. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. 
Ass: Amém. 

Diácono: Levantemo-nos.

PROFISSÃO RELIGIOSA
 
64. Terminadas as ladainhas, dois irmãos já professos, segundo o costume da familia religiosa, vão colocar-se junto da sede do celebrante [ou do superior] e ficam de pé, para servirem de testemunhas. Os professantes, um após outro, aproximam-se do celebrante [ou do superior] e lêem a formula da profissão, escrita previamente pelo próprio punho.

Professando: Deus eterno que constituístes em vosso Filho o mistério da Salvação e que, na Igreja, fizestes os homens participantes da obra da Redenção, eu, (Nome do professando), guiado por vosso Espírito, tenciono consagrar-me todo a vós, seguindo de perto Cristo Salvador do mundo. Para realizar isso, livremente escolho neste momento a vida cristã marcada pelos conselhos evangélicos, emitindo para toda a vida os votos de castidade, pobreza e obediência; bem como o voto e juramento de perseverança, segundo o espírito e as normas da Congregação do Santíssimo Redentor. Igualmente me obrigo nesta Congregação, fundada por Santo Afonso principalmente para evangelizar os pobres, a levar fielmente uma vida fraterna cheia de caridade apostólica. Estejam sempre comigo vossa graça, o auxilia da Santíssima Virgem Maria e de toda a Igreja e a colaboração de meus confrades. Assim prometo e assim Deus me ajude e seus santos Evangelhos que toco com minha mão.

Pres: Eu fraternalmente o recebo como membro da Congregação do Santíssimo Redentor, perpetuamente professo com votos religiosos, em nome do Pai  e do Filho e do Espírito Santo. 
Ass: Amém. 

65. Em seguida, recomenda-se que o professo deponha a cédula da profissão sobre o altar. Depois, se se puder fazer comodamente, assina sobre o próprio altar a acta da profissão, e volta para o seu lugar. 

66. Seguidamente, os professos, de pé, podem cantar, segundo os costumes da familia religiosa, uma antifona ou outro cântico apropriado, que exprima de forma lirica o sentido da doação e da alegria, por exemplo:

RECEBEI-ME, SENHOR,
SEGUNDO A VOSSA PALAVRA,
E TEREI VIDA; NÃO ME CONFUNDAIS NA MINHA ESPERANÇA! (Sl 118, 116)

ASSINATURA DOS DOCUMENTOS

2. Nesse momento, agradecidos, estes Neo-professos assinam os documentos, confirmando junto de suas testemunhas, esta profissão perpétua.

CONSAGRAÇÃO DOS PROFESSOS


67. Então os novos professos põem-se de joelhos e o celebrante, de mãos estendidas sobre os professos ajoelhados diante dele, recita a oração da bênção Senhor, nosso Deus, fonte e origem, na qual podem omitir-se as frases que vão entre parenteses. Em vez desta, pode utilizar-se a que vem adiante, n. 143 Senhor, que santificais a Igreja.

Pres: Ó Deus, fonte de toda a santidade, amastes de tal modo o homem que criastes, que lhe destes participar de vossa natureza; a esse plano de amor nem a culpa de Adão destruiu, nem o pecado do mundo alterou. Pois já no princípio dos tempos nos destes no justo Abel um modelo de santidade. Depois, fizestes surgir no meio do povo eleito homens e mulheres santos entre os quais fulgura a santíssima Virgem Maria, filha de Sião, em cujo seio se fez homem vosso Filho e Salvador do mundo, Jesus Cristo, Senhor nosso. Modelo de toda a santidade, ele se fez pobre para enriquecer-nos e tornou-se escravo para libertar-nos. Em seu inefável amor redimiu o mundo pelo mistério da Páscoa; e enviou o Espírito Santo para santificar a Igreja. Pelo mesmo Espírito, atraístes inumeráveis filhos para seguirem o Cristo. Cativados pelo amor eles tudo deixaram, e unidos a vós de todo o coração, puseram-se a serviço dos irmãos. Olhai, agora, ó Pai, este vosso filho que na vossa providência chamaste e infundi-lhe o Espírito de Santidade. Possa cumprir com fidelidade o que com alegria prometera. Tenha ante os olhos o exemplo do Mestre e o imitem com perseverança. Seja íntegro na castidade, felize na pobreza, generoso na obediência. Agradem-o pela humildade, de coração aberto vos sirvam e se unam a vós com ardente amor. Seja forte na fé, alegre na esperança, fervorosos na caridade, humildes e sempre dados à oração, pacientes nas provações. Por sua fé edifique a Igreja, promova a salvação do mundo, leve aos homens a “Copiosa Redenção” e seja um sinal transparente dos bens da eternidade. Pai santo, sede para este vosso filho proteção e guia; e, no tribunal de vosso Filho, a esperada recompensa pela fidelidade à vocação. Assim confirmado em vosso amor, goze o convívio dos santos e com eles vos glorifiquem para sempre. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. 
Ass: Amém.

ENTREGA DA CRUZ

68. Terminada a bênção dos professos, se, conforme os costumes da família religiosa, houverem de ser entregues quaisquer insignias da profissão, os novos professos levantam-se e aproximam-se do celebrante, que entrega a cada um a respectiva insignia, ou em silêncio ou com uma fórmula adequada.

Pres: De hoje em diante você faz parte de nossa família; tera tudo em comum conosco, pois esta confirmamo a integração de você na Congregação do Santíssimo Redentor.

ACOLHIDA DOS CONFRADES 

3. Os missionários redentoristas com votos perpétuos acolhem o Neo-professo segundo o costume do lugar.

OFERTÓRIO
(A voz do meu amado)

17. Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.

PELA NOITE PROCURO QUEM MEU CORAÇÃO ESCOLHEU
SEI QUE VIRÁ E NÃO VOU DESISTIR, CONFIO EM SEU AMOR
SE EU ADORMECER VIGIA O MEU CORAÇÃO
MESMO NA NOITE DE TREVAS SEM FIM, SUA VOZ ME FAZ DESPERTAR

ELE VEM, VEM A NÓS SOBRE OS MONTES E ALTAS MONTANHAS.
OUÇO A VOZ DO DO AMADO QUE DIZ, NÃO TEMAIS VINDE A MIM
ESSA VOZ, QUE NOS CHAMA, E NOS DIZ QUE A NOITE PASSOU
DESPERTAI PARA QUEM VOS AMOU, NOS AMOU ATÉ O FIM

COMO OS QUERUBINS DIANTE DO TRONO DE DEUS
NOS ENTORNO DO ALTAR ENTOAMOS O GRITO TRÊS VEZES SANTO
AFASTEMOS DE NOS, TODO PENSAMENTO MUNDANO
DE CORAÇÃO PURO VAMOS RECEBER O REI DOS CÉUS

ELE VEM, VEM A NÓS SOBRE OS MONTES E ALTAS MONTANHAS.
OUÇO A VOZ DO DO AMADO QUE DIZ, NÃO TEMAIS VINDE A MIM
ESSA VOZ, QUE NOS CHAMA, E NOS DIZ QUE A NOITE PASSOU
DESPERTAI PARA QUEM VOS AMOU, NOS AMOU ATÉ O FIM


18. Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucarística, ou outros dons para o auxílio da comunidade e dos pobres.

19. O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, senhor, Deus do Universo, pelo pão que recebemos da Vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Pão da vida.
Se não houver canto ao ofertório o povo acrescenta a aclamação:
Ass: Bendito seja Deus para sempre!
 
20. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal. O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d´água no cálice, rezando em silêncio:
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
 
21. Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos da Vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Vinho da Salvação.
Ass: Bendito seja Deus para sempre!
Coloca o cálice sobre o corporal.
 
22. O sacerdote, inclinado, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.
 
23. Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.
 
24. O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.
 
ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS
 
25. No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres: Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.
 
26. Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas:
Pres: Acolhei, ó Deus, com estas oferendas, os  votos de vossos filhos e confirmai em vossa caridade os que abraçam os conselhos do Evangelho. Por Cristo, nosso Senhor.
O povo aclama:
Ass: Amém.

PREFÁCIO PARA A PROFISSÃO DE RELIGIOSOS 
Servir a Deus, seguindo a Cristo


Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.

Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres: Corações ao alto.
Ass: O nosso coração está em Deus.

O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass: É nosso dever e nossa salvação.

O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres:  Na Verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação, dar-vos graças, sempre e em todo o lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo- poderoso. Vosso Filho, Jesus Cristo, nascido da Virgem Maria, proclamou felizes os puros de coração; e, por sua vida, ensinou a beleza da castidade. Ele abraçou sempre vossa vontade e se fez obediente até à morte. No mistério de sua paixão entregou-se como oblação perfeita pela redenção do mundo. E aos que tudo deixaram na terra para viver consagrados a vosso serviço, garantiu-lhes um tesouro no céu. Enquanto esperamos a realização de vossas promessas, com os anjos e com todos os santos, entoamos um cântico novo de louvor, cantando (dizendo) a uma só voz:

SANTO
Para recitação:
Ass: Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

ORAÇÃO EUCARÍSTICA III

109. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Na verdade, vós sois santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir o vosso povo, para que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr-do-sol, um sacrifício perfeito.
O povo aclama:
Ass: Santificai e reuni o vosso povo!

110. Une as mãos e as estende sobre as oferendas, dizendo:
Pres: Por isso, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas,
une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
a fim de que se tornem o Corpo e + o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso,
une as mãos
que nos mandou celebrar este mistério.
O povo aclama:
Ass: Santificai nossa oferenda, ó Senhor!

104. Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres: Na noite em que ia ser entregue,
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o pão, deu graças, e o partiu e deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.

105. Então prossegue:
Pres: Do mesmo modo, ao fim da ceia,
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente, e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal, e faz a genuflexão para adorá-lo.

106. Em seguida, diz:
Pres: Eis o mistério da fé!
O povo aclama:
Ass: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.

107. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Celebrando agora, ó Pai, a memória do vosso Filho, da sua paixão que nos salva, da sua gloriosa ressurreição e da sua ascensão ao céu, e enquanto esperamos a sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício de vida e santidade.
O povo aclama:
Ass: Recebei, ó Senhor, a nossa oferta!

Pres: Olhai com bondade a oferenda da vossa Igreja, reconhecei o sacrifício que nos reconcilia convosco e concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, sejamos repletos do Espírito Santo e nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.
O povo aclama:
Ass: Fazei de nós um só corpo e um só espírito!

1C: Que ele faça de nós uma oferenda perfeita para alcançarmos a vida eterna com os vossos santos: a Vhirghem Maria, Mãe de Deus, com São José, seu esposo, os vossos Apóstolos e Mártires, N. (o santo do dia ou padroeiro) e todos os santos, que não cessam de interceder por nós na vossa presença.
O povo aclama:
Ass: Fazei de nós uma perfeita oferenda!

2C: E agora, nós vos suplicamos, ó Pai, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja, enquanto caminha neste mundo: o vosso servo o papa Bento, o nosso bispo Dom Lucas Reichert e seus auxiliar Dom Eduardo Taras, com os bispos do mundo inteiro, o clero e todo o povo que conquistastes.
O povo aclama:
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

* Aqui pode-se fazer a menção dos Bispos Coadjutores ou Auxiliares, conforme vem indicado na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 109.

2C: Atendei às preces da vossa família, que está aqui, na vossa presença. Reuni em vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.
O povo aclama:
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!

3C: Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória,
une as mãos
por Cristo, Senhor nosso.
O povo aclama:
Ass: A todos saciai com vossa glória!

3C: Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.

108. Ergue o cálice e a patena com hóstia, dizendo:
Pres: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.
Ass: Amém!

ORAÇÃO DO SENHOR

125. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres: O Senhor nos comunicou o seu Espírito. Com a confiança e a liberdade de filhos, digamos juntos:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade,  assim na terra como no céu;  o pão nosso de cada dia nos daí hoje,  perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
 
126. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass: 
Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
 
127. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade. 
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass: 
Amém.
 
128. O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres: 
A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass:
 
O amor de Cristo nos uniu.
 
SAUDAÇÃO DA PAZ

129. Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:
Diác: Como filhos e filhas do Deus da paz, saudai-vos com um gesto de comunhão fraterna.
E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.

FRAÇÃO DO PÃO
130. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
 
131. Enquanto isso, canta-se:
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS, TENDE PIEDADE DE NÓS.

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS, TENDE PIEDADE DE NÓS.

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
DAI-NOS A PAZ, DAI-NOS A PAZ! DAI-NOS A PAZ, DAI-NOS A PAZ!

Para recitação:
Ass: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
 
132. O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres: Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tornem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento e remédio para a minha vida.
 
133. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres: Felizes os convidados para a Ceia do Senhor. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

COMUNHÃO
(Não és para mim ó mundo)

NÃO ÉS PARA MIM Ó MUNDO, NEM POR TI EU
VIVEREI, POIS QUE TODO O MEU AFETO A JESUS EU CONSAGREI. FIQUEI TÃO MARAVILHADO DE SEU BRILHO E SUA LUZ. QUE NENHUMA CRIATURA O MEU CORAÇÃO SEDUZ.

MEU JESUS, Ó, BEM AMADO, NADA QUERO MAIS
QUE A TI. TODO O SER EU TE CONSAGRO, MEU AMOR O TENS AQUI. JÁ NÃO POSSO, Ó BEM SUPREMO, SEM O TEU AMOR VIVER, POIS QUE EM DIVINAIS CADEIAS VENS MEU CORAÇÃO PRENDER.

A MINH’ALMA Ó MINHA VIDA, ESCAPAR-SE NÃO LOGROU, POIS ENFIM POR TI FERIDA PRISIONEIRA EIS QUE FICOU. SE, NÃO SOU QUAL, VERME INGRATO DIGNO DE TEU SANTO AMOR, O MEU BEM, DE SER AMADO DIGNO ÉS TU COM TODO O ARDOR.

DÁ-ME, POIS, SENHOR, AGORA ESSE AMOR QUE
EU TE DAREI E EU EM PRÊMIO DESSE AMOR SÓ A MORTE ROGAREI. AH! MEU TUDO, Ó DEUS AMADO, O TEU GOSTO É MEU PRAZER. DE HOJE EM DIANTE O MEU DESEJO É QUERER O TEU QUERER.

VEM, Ó DEUS, VEM SEM DEMORA CONSUMIR-ME EM TEU FERVOR, VEM FAZER QUE ENFIM EU MORRA TODO ARDENDO EM TEU AMOR. MEU ESPOSO, Ó MINHA VIDA, EU TE QUERO SEMPRE AMAR. SÓ O AMOR É MEU DESEJO E DE AMOR QUERO EXPIRAR.


134. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.

135. Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.

136. Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.

137. Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, faça-se a oração da comunhão espiritual e em seguida inicia-se o canto da comunhão.

ORAÇÃO DE COMUNHÃO ESPIRITUAL 

Todos: Meu Jesus, eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, ao meu coração. Abraço-me convosco come se já estivésseis comigo: uno-me convosco inteiramente. Ah! Não permitais que torne a Separar-me de vós! Amém!

138. Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal e transforme para nós em remédio eterno.

139. O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.

ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO

140. De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres:
 
Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração:
Tendo participado dos divinos mistério, nós vos pedimos, ó Deus por este vosso filho que a vós consagrara sua vida; acedei nele o fogo do Espírito Santo, unindo-o para sempre a vosso Filho, que vive e reina para sempre.
O povo aclama:
Ass: Amém.

141. Se for necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

BENÇÃO FINAL

142. Segue-se o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
O diácono diz:
Diác: Inclinai-vos para receber a bênção.

Pres: Que Deus, fonte dos bons desejos, confirme seus propósitos e fortaleza seus corações para que guardem com fidelidade aquilo que prometeram.
Ass: Amém.

Pres: Que ele vos conceda percorrer na alegria do Cristo o caminho estreito que escolheram, levando com júbilo os fardos de seus irmãos.
Ass: Amém.

Pres: Que a caridade de Deus faça de vocês uma família reunida em nome do Senhor, imagem do amor de Cristo.
Ass: Amém.

O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres: E a todos vós, aqui reunidos, abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo.
Ass: Amém.

Pres: Ide em paz e o Senhor vos acompanhe! 
Ass: Graças a Deus.

CANTO FINAL 
(Salve, dos céus Rainha)

SALVE, DOS CÉUS RAINHA, A NÓS, TÃO CARINHOSA! PROTEGE-NOS PIEDOSA, Ó MÃE DE BELO AMOR! DE NOSSAS ALMAS VIDA! DOÇURA DOS QUE TE AMAM, ESPERANÇA DOS QUE CLAMAM A TI NOS ALTOS CÉUS.

A TI AS NOSSAS PRECES, DE EVA INFELIZES FILHOS, EM NOSSO TRISTE EXÍLIO, TE ERGUEMOS, A CHORAR! NESTE TREVOSO VALE, DE PRANTO E DE GEMIDO
COM CORAÇÃO DORIDO PEDIMOS PROTEÇÃO.
 
A NÓS VOLVE EM DEFESA OS OLHOS TEUS BENIGNOS, POIS SOMOS RÉUS INDIGNOS, MAS
SOMOS FILHOS, TEUS! COM TEU OLHAR PIEDOSO, SÊ LUZ AOS PECADORES, ACENDE EM MIL ARDORES DO JUSTO O CORAÇÃO.
 
DEPOIS DO TRISTE EXÍLIO, SACIA NOSSO ANSEIO, E O FRUTO DE TEU SEIO, NOS MOSTRA, ENFIM; JESUS! RAINHA DE CLEMÊNCIA, Ó MÃE SUAVE E PIA, DOCE
VIRGEM MARIA, PARA SEMPRE SEJA ASSIM!
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